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segunda-feira, 25 de julho de 2016

Cine Curiosidade: Abraço da Serpente sai vitorioso na noite do Prêmio Platino de cinema mas Que Horas ela volta? ganha o prêmio surpresa da noite.




Foram anunciados na noite de hoje (24) os vencedores do Prêmio Platino de Cinema Iberoamericano. Neste ano, a cerimônia de premiação aconteceu em Punta Del Este, no Uruguai. O grande vencedor da noite foi o longa O Abraço da Serpente, que levou o prêmio de melhor filme, direção e foi o grande destaque nas categorias técnicas, levando os prêmios de montagem, direção de fotografia, som, direção de arte e música original.
O Platino é o primeiro prêmio cinematográfico que engloba toda a produção de cinema iberoamericana. Hoje, são 23 os países participantes. Nesta edição, a participação brasileira nas principais categorias se restringiu a coprodução com a Argentina Paulina, vencedor na categorias melhor atriz e indicado a de melhor som. O único representante de língua portuguesa na lista final de indicados foi o filme português As Mil e Uma Noites: Volume 2, O Desolado.
O longa-metragem Que Horas Ela Volta?, de Anna Muylaert, foi lembrado e levou para casa o Platino Cinema e Educação em Valores. Ao receber o prêmio ao lado da cineasta, a atriz karine Teles soltou o verbo dizendo “Fora Temer” e se tornado um dos melhores e mais políticos momentos da noite da premiação. 



A próxima edição da premiação acontece em Madri, na Espanha.



Confira abaixo a lista de vencedores:



Melhor filme de ficção

O Abraço da Serpente (Colômbia/Venezuela/Argentina)



Outros indicados

O Clã (Argentina/Espanha)

O Clube (Chile)

Ixcanul (Guatemala)

Truman (Argentina/Espanha)



Melhor direção

Ciro Guerra, por O Abraço da Serpente (Colômbia/Venezuela/Argentina)



Outros indicados

Alonso Ruiz Palacios, por Güeros (México)

Cesc Gay, por Truman (Argentina/Espanha)

Pablo Larraín, por O Clube (Chile)

Pablo Trapero, por O Clã (Argentina/Espanha)



Melhor Roteiro

Pablo Larraín, Guillermo Calderón e Daniel Villalobos, por O Clube (Chile)



Outros indicados

Cesc Gay e Tomás Aragay, por Truman (Argentina/Espanha)

Ciro Guerra e Jacques Toulemonde, por O Abraço da Serpente (Colômbia/Venezuela/Argentina)

Jayro Bustamante, por Ixcanul (Guatemala)

Salvador del Solar, por Magallanes (Peru/Colômbia/ArgentinaäEspanha)



Melhor atriz

Dolores Fonzi, por Paulina (Argentina/Brasil)



Outros indicados

Antonia Zegers, por O Clube (Chile)

Elena Anaya, por A Memória da Água (Chile/Argentina/Espanha)

Inma Cuesta, por A Noiva (Espanha)

Penelope Cruz, por Ma Ma (Espanha)



Melhor ator

Guillermo Francella, por O Clã (Argentina/Espanha)



Outros indicados

Alfredo Castro, por O Clube (Chile)

Damián Alcázar, por Magallanes (Peru/Colombia/Argentina/Espanha)

Javier Cámara, por Truman (Espanha/Argentina)

Ricardo Darín, por Truman (Espanha/Argentina)



Melhor animação

Atrapa la bandera (Espanha)



Outros indicados

Don Gato 2: El inicio de la pandilla (México)

El americano (México)

El secreto de Amila (Argentina/Espanha)

Un gallo con muchos huevos (México)



Melhor documentário

O Botão de Pérola (Chile/Espanha)



Outros indicados

Allende, Meu Avô Allende (Chile/México)

Chicas nuevas 24 horas (Espanha/Argentina/Paraguai/Colômbia/Peru)

La once (Chile)

The Propaganda Game (Espanha)



Melhor primeiro filme de ficção (Prêmio Platino Camilo Vives)

Ixcanul (Guatemala)



Outros indicados

600 Milhas (México)

El desconocido (Espanha)

El patrón: Radiografia de un crimen (Argentina/Venezuela)

Magallanes (Peru/Colômbia/Argentina/Espanha)



Melhor montagem

Etienne Boussac e Cristina Gallego, por O Abraço da Serpente (Colômbia/Venezuela/Argentina)



Outros indicados

César Díaz, por Ixcanul (Guatemala)

Eric Williams, por Magallanes (Peru/Colômbia/Argentina/Espanha)

Jorge Coíra, por El desconocido (Espanha)

Pablo Trapero e Alejandro Carrillo Penovi, por O Clã (Argentina/Espanha)



Melhor direção de arte

Angélica Perea, por O Abraço da Serpente (Colômbia/Venezuela/Argentina)



Outros indicados

Bruno Duarte e Artur Pinheiro, por As Mil e Uma Noites: Volume 2, o Desolado (Portugal)

Jesús Bosqued Maté e Pilar Quintana, por La novia (Espanha)

Pilar Peredo, por Ixcanul (Guatemala)

Sebastián Orgambide, por O Clã (Argentina/Espanha)



Melhor direção de fotografia

David Gallego, por O Abraço da Serpente (Colômbia/Venezuela/Argentina)



Outros indicados

Arnaldo Rodríguez, por A Memória da Água (Chile/Argentina/Espanha)

Luis Armando Arteaga, por Ixcanul (Guatemala)

Miguel Ángel Amoedo, por La novia (Espanha)

Sergio Armstrong, por O Clube (Chile)



Melhor música original

Nascuy Linares, por O Abraço da Serpente (Colômbia/Venezuela/Argentina)



Outros indicados

Alberto Iglesias, por Ma Ma (Espanha)

Federico Jusid, por Magallanes (Peru/Colombia/Argentina/Espanha)

Lucas Vidal, por Nada quiere la noche (Espanha)

Pascual Reyes, por Ixcanul (Guatemala)



Melhor direção de som

Carlos García e Marco Salaverría, por O Abraço da Serpente (Colômbia/Venezuela/Argentina)



Outros indicados

David Machado, Jaime Fernández e Nacho Arenas, por El desconocido (Espanha)

Eduardo Cáceres e Julien Cloquet, por Ixcanul (Guatemala)

Federico Esquerdo, Santiago Fumagalli e Edson Secco, por Paulina (Argentina/Brasil)

Vicente D’Elía e Leandro Loredo, por O Clã (Argentina/Espanha)

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