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Sendo frequentador dos cursos do Cine Um (tendo já 69 certificados),sou uma pessoa fanática pelo cinema, HQ, Livros, música clássica, contemporânea, mas acima de tudo pela 7ª arte. Me acompanhem no meu: Twitter: @cinemaanosluz Facebook: Marcelo Castro Moraes ou me escrevam para beniciodeltoroster@gmail.com

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quarta-feira, 1 de julho de 2015

Cine Especial:Zumbis no Cinema:Eterno Retorno:Parte 1


Nos dias 11 e 12 de julho, eu estarei participando do curso Zumbis no Cinema: Eterno Retorno, criado pelo Cine Um e ministrado pelo critico, editor e tradutor César Almeida. Enquanto os dias da atividade não chegam, por aqui eu estarei relembrando os principais clássicos desse gênero que, para a nossa sorte, teima em não morrer

 

Noite dos Mortos Vivos (1968)


Cansado de filmar somente comerciais, o jovem George Romero, junto com o pequeno estúdio Image Tem, levantou um orçamento de pouco mais de R$ 114 mil dólares para criar aquele filme que viria mudar o cinema de horror para sempre. Filmado no interior, o filme se tornou um verdadeiro clássico do cinema de horror, com uma produção modesta, mas inovadora, extremamente bem resolvida ao criar um clima opressivo e atemorizante. Muito imitado, gerou dezenas de filmes de zumbi que, se estendeu durante os anos 70, se proliferou nos anos 80, amenizou nos anos 90 e se revitalizou no século 21 de uma maneira jamais vista que, vai desde o cinema a serie de TV. O primeiro filme gerou uma trilogia que se seguiu com Zombie: Despertar dos Mortos (78) e Dia dos Mortos (85).

  

Despertar dos Mortos (1978)


Segundo filme da série de mortos vivos de Romero e um dos mais populares do gênero. Despertar dos Mortos segue como uma continuação do clássico A Noite dos Mortos Vivos onde a praga se espalhou e os mortos estão cada vez em numero maior. Os sobreviventes abrigam-se em um shopping a fim de sobreviverem. O Filme tem cenas realmente memoráveis que não se vê mais em filmes atuais. Despertar dos Mortos é altamente recomendável para os apreciadores do gênero.

 

O dia dos mortos (1985)


No encerramento da trilogia iniciada no filme A Noite dos Mortos Vivos, Romero aposta na formula de sucesso já testada em “Dawn of the Dead”, apresenta um novo núcleo formado de novos personagens em novas situações. Um dos motivos de empregar tal tática é apresentar para os espectadores diversos pontos de vista do mesmo caos.
O cenário do filme, uma mina readaptada, passa uma sensação claustrofóbica ao espectador, aproveitando este ambiente o filme abusa das tomadas escuras e jogos de sombras. Este ambiente recluso oferece a Romero uma oportunidade de trabalhar com os aspectos psicológicos de seus personagens, podemos seguramente afirmar que os dramas e relações interpessoais são uma fonte maior de suspense e crise do que a própria existência dos zumbis.

 

A NOITE DOS MORTOS VIVOS (1990)


Apesar da saudosa sessão de filmes da  Band Cine Trash  ter se dedicado exclusivamente a filmes B de baixíssimo orçamento e que, na maioria das vezes, eram desconhecidos pela maioria do publico, houve muitos casos de filmes de grande quilate que foram exibidos nesta sessão e que passaram a virar clássicos do horário da tarde da programação, e com esse, não foi diferente. O primeiro contato que eu tive com filmes de zumbis foi justamente com esse filme, graças ao programa Cine Trash. Nem imaginava que se tratava de uma refilmagem de um clássico de Romero de 1968 e quando falavam da Noite dos Mortos Vivos, sempre achava que era sobre esse filme de 1990. Mas convenhamos, apesar da maioria das refilmagens de certos clássicos nunca prestar, essa versão em cores chega a ser tão boa quanto à original. Claro que muito se deve o fato do próprio Romero retornar nesta refilmagem, e com isso, foi sucesso garantido. Muito fiel ao filme original, mas diferente do clássico, esse possui um orçamento mais generoso e com isso, possui cenas muito mais elaboradas e efeitos especiais e de maquiagem de primeira. Mas diferente do passado, Romero retornou aqui como produtor e roteirista, sendo que o cargo de direção ficou para Tom Savini que, na época, era um dos mais requisitados maquiadores de filmes de terror e atualmente muitos se lembram dele atuando como coadjuvante em filmes do Robert Rodrigues como Um Drink no Inferno e os dois filmes recentes Machete. 



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