Quem sou eu

Minha foto
Sapucaia do Sul/Porto Alegre, RS, Brazil
Sendo frequentador dos cursos do Cine Um (tendo já 69 certificados),sou uma pessoa fanática pelo cinema, HQ, Livros, música clássica, contemporânea, mas acima de tudo pela 7ª arte. Me acompanhem no meu: Twitter: @cinemaanosluz Facebook: Marcelo Castro Moraes ou me escrevam para beniciodeltoroster@gmail.com

Pesquisar este blog

segunda-feira, 6 de abril de 2015

Cine Especial: Ficção Científica dos Anos 50: FINAL


Para mim será agora que 2015 começa, pois em início de abril, eu estarei retornando para as atividades do Cena Um (agora Cine Um). Nos dias 06, 07,08 e 09 de abril participarei do curso de cinema Ficção Científica dos anos 50, que será ministrado pelo Jornalista, crítico, historiador e pesquisador dedicado a tudo que se refere ao cinema de horror mundial Carlos Primati. Enquanto os dias da atividade não chegam, irei postar por aqui sobre os melhores filmes que melhor sintetizaram o temor e a paranoia da civilização nos anos 50.

O MUNDO EM PERIGO 


Sinopse: O homem dividiu o átomo e isso o conduziu a uma nova era. Mas como ele poderia saber que também colocaria O Mundo em Perigo? No Novo México, uma criança vaga em choque, uma loja é saqueada e um cadáver está irreconhecível com ácido o bastante para matar 20 homens. Isso é o início de uma luta que atravessa o deserto e chega à Los Angeles, onde homens em menor número e, bem menos estatura, tentarão combater a horda de insetos.


O Mundo em Perigo é considerado um precursor dos filmes com insetos gigantes, sendo muito bem recebido pelo público e até ganhando um cobiçado prêmio "Oscar" por seus eficientes efeitos especiais, muito interessantes para a época e nitidamente datados, coordenados por Ralph Ayers, que utilizou uma sofisticada parafernália mecânica formada por uma complexa combinação de cordas, roldanas e engrenagens para movimentar as grandes formigas. Em comparação com as modernas técnicas de computação gráfica atuais, as formigas são até hilariantes, mas analisando-se apenas os recursos existentes naquele período distante do cinema, é impossível não enaltecer o grande trabalho realizado.



O Monstro do Ártico 

Sinopse: O capitão da força aérea Patrick Hendry (Kenneth Tobey) voa com sua equipe para o Pólo Norte com o objetivo de encontrar a Expedição Polar Seis, um grupo de cientistas liderados por Arthur Carrington (Robert Cornthwaite). Os cientistas estudam as condições do Ártico para entender a razão de um avião ter se chocado no gelo. Quando Patrick se encontra com Arthur lhe são mostradas imagens de um estranho objeto cruzando o céu. Uma expedição é organizada para investigar o loOs homens decidem libertar a nave do gelo, detonando bombas, mas o plano falha e a nave é destruída. Bem desapontados, eles voltam para o avião só para descobrir algo congelado: um alienígena. Usando machados, cortam um bloco de gelo com o extra-terrestre e o levam para a base. Enquanto soldados e cientistas discutem sobre o que fazer com a criatura, o gelo derrete e o ser se liberta da sua prisão bem vivo. Estava começando o pior pesadelo daqueles soldados e cientistas.

The Thing from Another World (O Monstro do Ártico) é um filme de 1951 do gênero aventura e ficção científica, dirigido por Howard Hawks . Baseado em uma história de John Wood Campbell, Jr (que usou o pseudônimo de Don A. Stuart) publicada em agosto de 1938 com o nome de Who Goes There?, na revista Astounding Stories. Lançado na época da Guerra Fria e pós-bomba atômica, o filme repercute o temor da invasão comunista e mostra os cientistas negativamente, como pessoas preocupadas apenas com o conhecimento, sem se importar com as consequências. No final, uma frase em sinal de advertência ao público: Watch the skies (Vigiem os céus!)
Ele é, em seu gênero, um dos filmes mais conhecidos e cultuados dos anos 1950, este foi um dos filmes que mais influenciou o diretor John Carpenter, que em 1982 fez um remake com o nome de The Thing.


PLANETA PROIBIDO 

Sinopse: Uma expedição liderada pelo Comandante John J. Adams (Leslie Nielsen) viaja rumo a um planeta distante para descobrir o que aconteceu com os cientistas que foram para lá iniciar uma colônia. Apenas um é encontrado: o arrogante Dr. Morbius (Walter Pidgeon), que vive em companhia da filha, Altaira (Anne Francis), e de um prestativo robô.
Planeta Proibido começou como um projeto de baixo orçamento dos produtores Allen Adler e Irving Block, mas estes, em vez de apresentarem a ideia à um estúdio de filmes B, apresentaram a sua história, na altura intitulada Fatal Planet, à Metro-Goldwyn-Mayer. Surpreendentemente o estúdio gostou da história e viu nela a oportunidade de produzir o seu primeiro filme de ficção científica. O empenho do estúdio foi tal, que se comprometeu a investir fortemente no filme, tendo este acabado por custar perto de 2 milhões de dólares, o dobro do que estava inicialmente previsto. No entanto, o compromisso da MGM implicou algumas alterações no argumento, que esteve a cargo de Cyril Hume, um romancista com pouca experiência em argumentos, mas que soube trazer novas ideias à história e integrar na perfeição os elementos de “A Tempestade”, a peça de William Shakespeare em que a história de Adler e Block se baseia.

A Invasão dos Discos Voadores

Sinopse: Quando foguetes de teste, que eram lançados para fora da terra, começam a desaparecer, Dr. Russell A. Marvin começa uma investigação ao lado de sua esposa e assitente. Descobrem que os responsáveis são uma raça alienígena que quer dominar a terra. Após a descoberta os aliens dão um ultimato e começam a atacar cidades terrestres. Em uma luta contra o tempo, Dr. Russell tenta descobrir um modo de derrotar os inimigos alienígenas.

Filme de ficção científica dos anos 50 que influenciou Tim Burton entre outros e com a marca de Ray Harryhausen. O filme contém muitos elementos presentes em filmes atuais e diverte mesmo em preto e branco. Foi lançada em DVD uma edição do filme colorizada por computador e supervisionada pelo próprio Ray numa moderna técnica de colorização. Eu sempre prefiro o original a não ser que não tenha outra escolha. A inocência e o machismo dos anos 50 estão presentes no filme mas o charme são os discos voadores de Ray.

DUCK AND COVER
 
Para finalizar essas postagens especiais, solto abaixo o curta metragem Duck and Cover, que sintetiza como eram paranoicos os americanos com relação a uma possível guerra nuclear e de como eles passavam esse medo para  as crianças.   

Me sigam no Facebook, twitter e Google+

Nenhum comentário: