Quem sou eu

Minha foto
Sapucaia do Sul/Porto Alegre, RS, Brazil
Sendo frequentador dos cursos do Cine Um (tendo já 69 certificados),sou uma pessoa fanática pelo cinema, HQ, Livros, música clássica, contemporânea, mas acima de tudo pela 7ª arte. Me acompanhem no meu: Twitter: @cinemaanosluz Facebook: Marcelo Castro Moraes ou me escrevam para beniciodeltoroster@gmail.com

Pesquisar este blog

terça-feira, 15 de julho de 2014

Cine Especial: Federico Fellini – O Maestro: Parte 3

 Nos dias 23 e 24 de Julho, eu estarei participando do curso Federico Fellini – O Maestro, criado pelo CENA UM  e ministrado pela jornalista Fatimarlei Lunardelli. Enquanto os dias da atividade não chegam, por aqui estarei destacando os principais filmes desse cineasta, que até hoje é considerado um dos melhores diretores autorais e críticos do cinema Italiano.                 
   Amarcord

sinopse:Através dos olhos de Titta (Bruno Zanin), um garoto impressionável, o diretor dá uma olhada na vida familiar, religião, educação e política dos anos 30, quando o fascismo era a ordem dominante. Entre os personagens estão o pai e a mãe de Titta, que estão constantemente batalhando para viver, além de um padre que escuta confissões só para dar asas à sua imaginação anti - convencional.
Federico Fellini leva as telas algumas das suas lembranças da juventude e cria uma bela obra prima. Magico e arrebatador com passagens inesquecíveis criados a partir de lembranças de sua infância. Tudo ao som de belos e nostálgicos temas musicais de Nino Rota. Oscar de melhor filme estrangeiro.

Curiosidades:O título Amarcord é uma referência à tradução fonética das palavras “mi recordo” usada na região de Emilia-Romagna, na Itália, onde o diretor Federico Fellini nasceu. O diretor Federico Fellini por diversas vezes negou que Amarcord fosse um filme auto-biográfico, mas concordou que há passagens semelhantes com eventos por ele vividos em sua infância.
    

   "La Strada"

Sinopse: Gelsomina (Giulietta Masina) é vendida pela mãe para o brutamonte Zampanò (Anthony Quinn), estrela de um número em que arrebenta correntes amarradas em seu corpo. A jovem auxilia Zampanò e passa a também ser apresentar como palhaça, seguindo o estilo de Chaplin. A garota é constantemente maltratada pelo homem, que ainda a agride sempre que tenta fugir. Quando os dois se juntam a um circo, Gelsomina fica encantada com Bobo (Richard Basehart), provocando ciúmes em Zampanò.



“La Strada” é mais que um filme neo-realista, mais que um filme sobre dois vagabundos pela estrada fora em constante luta pela sobrevivência. “La Strada” é um manifesto da razão, é um ensaio da loucura e crueldade, é uma ode ao amor. E no fim ficou a redenção, ficou o desespero, ficou o arrependimento. Ficou sobretudo a dor, porque embora Zampanò rebentasse as correntes, a corrente de Gelsomina ficou como que eternamente cravada no seu peito. Porque Fellini era um gênio.
“Até uma pedra serve para alguma coisa.”


 Me sigam no Facebook, twitter e Google+

Nenhum comentário: