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quarta-feira, 31 de outubro de 2012

Cine Especial: Dia das Bruxas: O que irei assistir hoje?


Sempre no mês de outubro eu escrevo sobre filmes de terror, como uma forma para aqueles que leem o meu blog, tenham boas dicas para quem for ver um filme que de arrepios no dia 31 desse mês. Infelizmente não tive tempo de escrever essas postagens, mas não quer dizer que não faça uma agora, que alias, essa já fazia um bom tempo que deveria ter escrito. Vamos a ela.       
A Casa Que Pingava Sangue

 Sinopse: Detetive da Scotland York investiga o desaparecimento de um famoso astro de cinema, logo após este alugar uma antiga casa no interior. Entretanto, o detetive acaba descobrindo outros terríveis quatro casos que já aconteceram na casa.

A trama é macabra, mas bem divertida. Um investigador da Scotland Yard tenta solucionar quatro casos misteriosos envolvendo uma mansão macabra: No primeiro conto; Um escritor se depara com um estrangulador de sua própria criação; O segundo conto conta a estória de dois homens obcecados pela figura de cera de uma mulher que remete aos seus passados; Na terceira estória, uma menina demonstra um obscuro interesse por feitiçaria; E por fim, um ator de cinema encontra um manto que lhe dá poderes sobrenaturais.
A Casa que Pingava Sangue (The House that Dripped Blood),de 1971, é um clássico do Horror produzido pela lendária Amicus Productions. De 1965 a 1973, Max J. Rosenberg e Milton Subotsky da Amicus estúdios produziram inúmeros  filmes inspirados em contos de Horror vindos das páginas da inesquecível revista EC Comics, responsável pela publicação da série Tales from the Crypt. Boa parte desses filmes se tornaram rapidamente grandes clássicos do cinema de Horror e dentre as mais lembradas é sem sombra de duvida a  produção A Casa que Pingava Sangue, de Peter Duffell, que conta com a participação de dois grandes ícones do cinema de Horror: Christopher Lee e Peter Cushing; além da musa Ingrid Pitt, estrela máxima dos estúdios Hammer durante os anos 70.
Infelizmente Peter Cushing estava sofrendo bastante  durante as gravações, devido ao fato de ter ficado distante de sua esposa que se encontrava muito doente, mas este triste momento de sua vida não comprometeu em nada a sua dedicação e a sempre marcante atuação dessa lenda do cinema. Curiosamente, Christopher Lee aparece em uma cena lendo seu livro favorito, "O Senhor dos Anéis", sendo que mais de 30 anos antes dele atuar no filme homônimo dirigido por Peter Jackson.
Com um roteiro fantástico  o elenco de primeira e a direção segura de Peter Duffell fizeram deste filme um dos maiores clássicos do cinema de Horror de todos os tempos! A Atmosfera extasiante do Horror setentista está aqui, um prato cheio para os fãs do puro e verdadeiro Horror! Recomendo incondicionalmente para assistir hoje neste dia das Bruxas.

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6 comentários:

ANTONIO NAHUD JÚNIOR disse...

Esse eu ainda não vi...

O Falcão Maltês

Marcelo C,M disse...

Então corra traz meu amigo, pois vale a pena.

Jefferson C. Vendrame disse...

Grande Marcelo, valeu muito pela dica. Confesso que até gosto de um terror de vez em quando, principalmente para assistir acompanhado. No entanto, são tantas as péssimas produções que são lançadas atualmente nesse gênero, que eu acabo ficando sem saber o que vale e não vale a pena assistir. Vou procurar...

Abração

Marcelo C,M disse...

Jefferson, inúmeros gêneros do cinema atualmente passam por uma séria crise de falta de criatividade, principalmente vindo do cinema americano. Mas nunca custa garimpar e ver o que ainda há de bom no cinema, tanto no presente como no passado.

Bússola do Terror disse...

Outro filme em que o Christopher Lee e o Peter Cushing se encontraram foi A Górgona, que eu assisti no outro dia (na verdade, voltei a assistir, pois já tinha visto 2 vezes na televisão). E apesar de ter uma interpretação quase teatral por parte dos atores e de fugir totalmente aos padrões de aventura e ação do terror moderno, eu considero A Górgona um bom filme de terror, levando em conta que foi feito nos anos 60, é claro.

Marcelo C,M disse...

Tanto Christopher Lee como Peter Cushing trabalharam inúmeras vezes juntos, sendo aliados ou inimigos.