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Sendo frequentador dos cursos do Cine Um (tendo já 69 certificados),sou uma pessoa fanática pelo cinema, HQ, Livros, música clássica, contemporânea, mas acima de tudo pela 7ª arte. Me acompanhem no meu: Twitter: @cinemaanosluz Facebook: Marcelo Castro Moraes ou me escrevam para beniciodeltoroster@gmail.com

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quinta-feira, 15 de setembro de 2011

Cine Especial: JEAN-LUC GODARD: Parte 9

Nos dias 17 e 18 de Setembro estarei participando do curso “POESIA E ENSAIO NA OBRA DE JEAN-LUC GODARD” no CineBancários (Rua Gen. Câmara, nº 424 – P. Alegre / RS). Enquanto os dois dias não vem, por aqui, estarei postando tudo o que eu sei sobre esse grande cineasta que liderou o movimento Nouvelle Vague.

A CHINESA
Sinopse: Enquanto discute sobre temas como Mao, Revolução Chinesa e o Socialismo, um grupo de estudantes franceses planeja ações terroristas.
Talvez, o filme mais profético de Gobard. Isso deve ao fato desse filme ter sido lançado em 1967, um ano antes da juventude pré-revolucionária que protagonizaria os episódios de desobediência civil na França. Visto hoje, é um claro protesto em forma de filme que o diretor criou contra o que achava errado com o que estava acontecendo com o seu país na época.
O primeiro ato do filme já mostra o que irá vir a seguir, como no caso as palavras “Um filme em construção” que se lê em azul depois do prólogo onde várias coisas são ditas e faz um breve resumo do que virá a seguir. Assim como “Uma ou duas coisas que eu sei Dela” em que Gobard surpreende ao criar uma espécie de falso documentário, aqui ele não separa ficção e realidade, e com isso, sua voz aparece com entrevistador no primeiro ato da trama, e para a surpresa de todos, á câmera que estava filmando Jean Pierre Leaud aparece sem mais nem menos. Vendo esse momento acontecer, da entender que o diretor queria desconcertar o espectador, fazendo eles pensarem que estavam vendo mais que um filme, mas algo que precisava ser dito, de um forma até então inédita e fora do convencional.
Atualmente, o filme não é o dos mais populares do diretor, talvez pelo fato da obra ter ficado muito presa ao que estava acontecendo naquele ano e visto hoje, soa um tanto que pretensiosa e ambiciosa demais, mas ao mesmo tempo representa o que ele sempre foi quando ainda era jovem, um diretor ousado e sem limites e que não dava a mínima por onde pisava.


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2 comentários:

ANTONIO NAHUD JÚNIOR disse...

Empolgado com proximidade do curso, amigo? Bacana!
cumprimentos cinéfilos

O Falcão Maltês

Marcelo C,M disse...

Hehehe com certeza, mas estou mais na expectativa quando for lançado a data do curso sobre Ingman Bergman. Porém, antes deste, terá outro que é voltado sobre filmes B, que por aqui, estarei postando alguns clássicos, que mesmo ruins, sobreviveram ao tempo.